sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cá dentro


E depois há dias em que acordo assim, com uma estranha colada a mim, espalhada pelos sinais da minha pele, diluída no meu sangue, emaranhada nos fios do meu cabelo. Uma estranha a devorar-me em silêncio. A roer-me. A viver-me por dentro.

8 comentários:

JOE ANT disse...

Eu, por vezes, também acordo...
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com estranhas "sensações".

De Profundis disse...

Então, seguramente, fui entendida :)

Beijinho, Joe. Bom fds!

Lídia Borges disse...

Uma facilidade de expressão que só acontece de quando em vez.
Até parece fácil.

Um xi-coração muito apertadinho.

Carmo disse...

E não acordamos todos?

às vezes procuro em mim algo conhecido, mas tudo me é estranho.

Um beijo

Boa semana

Pedro Gaivota disse...

...
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar...

"Só" de Jorge Palma

De Profundis disse...

Lídia, mil abraços...!
Saudadessssssss

De Profundis disse...

Boa semana, Carmo. Obrigada pela visita

Um beijo

De Profundis disse...

Pedro, um beijo. Obrigada pela visita :)