sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Talvez alma


Agora estamos sós nesta viagem
onde os mapas secretos do meu corpo
te dão uma por uma as coordenadas
da ilha a emergir na madrugada
chamada concha ou alma, ou talvez nada.

Rosa Lobato de Faria, Poemas Escolhidos e Dispersos

2 comentários:

Sonhadora disse...

Quanta beleza neste poema de Rosa Lobato Faria.
Adoro a sua poesia.

Beijinhos
Sonhadora

De Profundis disse...

Eu também, Sonhadora :)

Beijinho