terça-feira, 16 de agosto de 2011

Palavras que doem

Dói-me esta água, este ar que se respira,
Dói-me esta solidão de pedra escura,
e estas mãos nocturnas onde aperto os meus dias
quebrados na cintura.

Eugénio de Andrade, Palavras interditas até amanhã

2 comentários:

Lídia Borges disse...

As palavras certas para hoje, amiga...

Beijinho

De Profundis disse...

Abraço-te, Lídia...

Beijo