terça-feira, 6 de abril de 2010

Até sempre


Rasgo as palavras a meio e deixo o silêncio pratear a noite. As estrelas, muito azuis, caem devagar... e nas esquinas do tempo há fantasmas que me encontram para onde quer que eu vá. Fecho todas as portas e encerro capítulos inacabados. Arranco páginas do livro da vida. E são sempre assim, afinal, as partidas: deixamos tudo o que temos... e levamos connosco tudo o que somos. Nas partidas, como na morte.

6 comentários:

Sonhadora disse...

Meu amigo
O seu texto é muito belo na sua nostalgia...palavras que eu escreveria.

Beijinhos
Sonhadora

Escritor de Rua disse...

Lindo texto
parabens

De Profundis disse...

Obrigada, Sonhadora.
Beijinho

De Profundis disse...

Obrigada, Escritor.
:)

Blizard Beast disse...

1ª vez que venho a este cantinho e não poderia deixar de deixar um comentário. Muito bons textos. Passarei aqui frequentemente agora.

De Profundis disse...

Blizard, muito obrigada.
Volte sempre, é bem vindo.